Teia de Cordéis | Diálogos IV… Mulheres em cantos e versos

12 09 2011

Teia de Cordéis | Diálogos IV… Mulheres em cantos e versos

a mulher, o gênero e o feminino

A literatura brasileira, seja na esfera denominada “erudita” ou “popular”, fora marcada, ao longo dos anos, pelo traço patriarcal de sua sociedade. O monopólio masculino construíra representações sobre o gênero feminino que ora denegriam sua imagem, ora vetavam seu acesso ao consumo e produção literária.

A Prefeitura do Recife, por meio do Museu de Arte Popular – MAP, equipamento da Fundação de Cultura Cidade do Recife, convida a todos para uma boa conversa com a pesquisadora Ângela Grillo (História/UFRPE) e as cordelistas Susana Morais e Mariane Bígio sobre a trajetória feminina na Literatura de Cordel nacional e suas técnicas para driblar o machismo e a (in)visibilidade social, antecipando a 5º Primavera dos Museus, sob o tema Mulheres, Museus e Memórias.

Dia 14, Quarta-feira, no CCCR

O que | Teia de Cordéis | Diálogos IV… Mulheres em Cantos e Versos

Quando |14 de setembro, quarta-feira, às 19h

Onde | Centro Cultural  Correios

Av. Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife – Próximo a praça do Marco Zero

Informações | +55 81. 3355-3110

Susana Morais | Poeta cordelista, oficineira de poesia popular, recitadora. Graduada em História pela Universidade de Pernambuco. Integrante e uma das fundadoras da Unicordel – União dos Cordelistas de Pernambuco. Integrante do grupo Vozes Femininas, composto por Cida Pedrosa, Mariane Bigio e Silvana Menezes, que se apresenta de forma profissional em vários eventos no Recife e outras cidades de Pernambuco. É autora dos cordéis “Presença Feminina na vida e obra do Rei do Baião”, “Sombras do Cangaço ou A Versão de Maria Bonita”, entre outros.

Mariane Bígio | Formada em Comunicação Social, com habilitação em Rádio e TV na Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Locutora, repórter, produtora, montadora e diretora, poeta e declamadora no grupo Vozes Femininas. Membro da UNICORDEL (União dos Cordelistas de Pernambuco). Em 2009, dirigiu e montou o videopoema experimental Corpo Urb que trata sobre os conflitos interiores de uma mulher angustiada frente a sua “urbe” caotizada.

Angela Grillo | Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense e École des Hautes Études em Sciences Sociales em Paris, França. Professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco atuando na Graduação, Especialização e no Mestrado de História. Pesquisadora na área de História Cultural, História das Mulheres, Cultura Popular e Literatura de Cordel. É autora de trabalhos como “A Arte do Povo: histórias na literatura do cordel (1900/1940)”, “Evas ou Marias? As mulheres na literatura de cordel: preconceitos e estereótipos”, entre outros.
 

REALIZAÇÃO

   





Antonio Silvino, Lampião, Jararaca e outros na Diálogos III…

19 08 2011

Teia de Cordéis | Diálogos III… Cangaço: representações na Literatura de Cordel

Dia 23 de Agosto, no Teatro Barreto Júnior

O cangaço sempre foi um tema recorrente na Literatura de Cordel Brasileira. Transitando entre a ficção e a realidade, muitos cordelistas afiaram a língua e a ponta do lápis para contar, recontar, recriar e fantasiar a vida e os feitos de cangaceiros como o Lampião, Antônio Silvino, Corisco, Jararaca e inúmeros outros. E, assim, esses personagens, mais uma vez, ganham força no imaginário popular nordestino.

Para a terceira edição da série Diálogos…, o Museu de Arte Popular, equipamento da Fundação de Cultura Cidade do Recife, convida para uma conversa sobre as representações do cangaço na Literatura de Cordel no próximo dia 23 de agosto, no Teatro Barreto Júnior.

Para nos acompanhar nesse diálogo, estarão conosco os pesquisadores Geovanni Cabral (História/UFPE) e Rômulo Oliveira (História/UFPE).

O que | Teia de Cordéis | Diálogos III… Cangaço: representações na Literatura de Cordel

Quando | 23 de Agosto, terça-feira, às 18:30 horas

Onde | Teatro Barreto Júnior

Informações | +55 81. 3355-3110

Sobre os facilitadores da conversa |

Rômulo Oliveira | É graduado em História pela UFRPE (2007), Mestre em História Social da Cultura pela UFRPE (2010), Doutorando e História pela UFPE. Pesquisador de temas como cangaço na imprensa, Literatura regionalista e cordel, representações culturais, entre outros.

 

Geovanni Cabral | Doutorando em História pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Mestre em História Cultural pela Universidade Federal de Pernambuco, Especialista no Ensino de História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE, graduado em Licenciatura em História pela mesma Universidade. Atualmente se dedica a pesquisas sobre a obra do poeta popular José Costa Leite.





Teia de Cordéis | Diálogos II… Versando sobre educação

20 07 2011

Segundo diversos relatos, por meio dos folhetos de cordel, muitas pessoas, dentre as quais, crianças, aprenderam a ler e tiveram acesso aos divertidos e cuirosos causos e contos tradicionais da cultura popular nordestina.

Diálogos II...

Nos dias atuais, a Literatura de Cordel prossegue com seu veio pedagógico/educacional sendo, por exemplo, objeto de estudo para estudantes universitários como o Kalhil Gibran (História/UFRPE) que propõe um aprendizado lúdico a partir desses folhetos e com os cordelistas Meca Moreno (Unicordel) e Davi Teixeira (Unicordel) que, com sua boa prosa, instiga alunos, pais e professores através de oficinas a mergulhar nesses universos dos versos populares. E com eles, o Museu de Arte Popular (MAP) convida a todos para participarem da Teia de Cordéis | Diálogos II… Versando sobre educação, no dia 21 de julho no auditório da Livraria Cultura às 19h. Lembrando: a entrada é gratuita e serão emitidos certificados de participação.

O que | Diálogos II… versando sobre educação

Quando | Amanhã, dia 21 de Julho, às 19 horas

Onde | Auditório da Livraria Cultura

Informações| 3355-3110 | @MAP_recife

Serão emitidos certificados aos ouvintes

 

Sobre os facilitadores da conversa |

Meca Moreno é estudioso da poesia popular, poeta, compositor, artesão e produtor cultural. Pernambucano de Palmares, escreve poesia desde os 12 anos de idade; tem participado de várias antologias poéticas, além de ter poemas e artigos publicados em revistas e jornais diversos, é autor de vários cordéis e tem dois livros publicados: UNIVERSOS e GIRAMUNDO – O Espectador do Fim & Gêneros da Poesia Popular, o primeiro em co-autoria com o poeta Alfredo Moraes, numa edição independente. O segundo foi lançado pelas Edições Bagaço na V Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em outubro de 2005.  É membro da União dos Cordelistas de Pernambuco – UNICORDEL, coordenador do Movimento Cultural Companhia do Cordel, membro do Movimento Poetas Del Mundo. É também um dos organizadores das antologias “Poetas do Pajeú”, “Antologia do cordel de Pernambuco” e “Antologia da Poesia Urbana de Pernambuco”, todos para a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – FUNDARPE.

Davi Teixeira  nasceu em Bezerros, Pernambuco, em 1959. Radicado no Recife desde 1965. Cordelista e xilogravurista, que começou a escrever em 1998, é membro fundador da União dos Cordelistas de Pernambuco – Unicordel. Participa de diversos recitais e encontros, além de compor. Dedica-se também à confecção de mamulengos, feitos com material reciclado. Seu trabalho tem forte inspiração na cultura sertaneja, através das representações como o aboio, as cantorias e o cordel propriamente dito. Atualmente vem trabalhando com oficinas de mamulengo e expondo seus trabalhos em eventos por todo o estado de Pernambuco.

 

 

Kalhil Lucena é graduando em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE. Está vinculado a dois Grupos de Pesquisa: GEHISC (Grupo de Estudos em História Social e Cultural) e o GRESH (Grupo de Estudos sobre Ensino e Saberes Históricos). Também é escritor de literatura de cordel, sendo suas obras: 1- O que é História, realidade ou fantasia?; 2- O corno professor de História e as correntes historiográficas; 3- A linda história do nosso Recife. Sendo esse último ferramenta pedagógica integrante do projeto: O Recife em Cordel – pelo Museu da Cidade do Recife, Forte São Tiago das Cinco Pontas. Atualmente é Bolsista PIBIC/CNPq/UFRPE, com a seguinte pesquisa: As Representações da República Velha na Cultura Popular e no Livro Didático.

REALIZAÇÃO |

                                                        





Diálogos… 2011

4 07 2011

Diálogos em versos e cantos, rimas e risos. A Literatura de Cordel em foco.

Primeira edição 2011, itinerante!

Com o objetivo de fortalecer e aprofundar os conhecimentos sobre a arte popular brasileira, através da pesquisa, mapeamento e divulgação, o Museu de Arte Popular (MAP), em 2010, lançou o projeto Diálogos…, permeado por discussões pautadas no universo da mostra Caminhos do santo, com a religiosidade popular como enredo.

Neste ano, o MAP iniciará uma nova jornada, dessa vez explorando o universo da Literatura de Cordel, em consonância com o projeto Teia de Cordéis, versando sobre a produção de cordel portuguesa e brasileira.

Teia de Cordéis | Diálogos I… Tecendo os fios dessa teia será o tema do primeiro encontro e buscará entrelaçar a trajetória de vida de poetas e colecionadores com a própria história da Literatura de Cordel brasileira. Os convidados são a colecionadora e co-curadora da Teia de Cordéis, Maria Alice Amorim, e os cordelistas Mauro Machado e Meca Moreno.

Para a abertura haverá a encenação teatral do cordel “As mais de 100 mortes de Filotéia” (ou  A História do Fim do Morre-não-morre de uma Hipocondríaca) de Mauro Machado, direção de Paulo André Viana e participação da atriz Jerlâne Silva.

Serviço

O que | Teia de Cordéis| Diálogos I… Tecendo os fios dessa teia

“As mais de 100 mortes de Filotéia”, de Mauro Machado

Quando | 06 de julho de 2011, quarta-feira, às 19 horas.

Onde | Teatro Hermilo Borba Filho, Cais do Apolo, s/n

Quanto | Grátis

Informações| 3355.3110

Serão emitidos certificados aos ouvintes

 

Sobre os facilitadores da conversa:

Maria Alice Amorim | Natural de Juazeiro, Bahia, cresceu em Petrolina, Pernambuco. Vive no Recife, onde exerce o jornalismo especializado em reportagens culturais, colaborando em revistas e suplementos, e realizando conferências. Dedica especial atenção à poesia popular, à arte figurativa e aos folguedos populares. Da fusão desses temas surgiu o livro Carnaval – cortejos e improvisos (2002), em co-autoria com o pesquisador Roberto Benjamin. Publicou, em 2003, ensaio sobre arte popular na obra Pernambuco: cinco décadas de arte. É autora do ensaio Improviso: tradição poética da oralidade, que integra o livro Literatura e Música, co-edição do Itaú Cultural e editora Senac. Com pesquisa sobre as poéticas tradicionais do Nordeste brasileiro, defendeu dissertação de mestrado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) – “No visgo do improviso ou A peleja virtual entre cibercultura e tradição” –, que saiu em 2009 pela Educ (PUC-SP).

Mauro Machado | Nascido em Brasília – DF a 21 de dezembro de 1982. Reside no Recife desde 1990.  É neto do poeta paraibano Mauro Ananias da Costa, de quem herdou o gosto pelos versos. É autor dos folhetos: “O Pife Encantado” (set. 2004); As Mais de 100 Mortes de Filotéia (set.2007), O Exemplo do Ladrão de Galinha que Findou Botando um Ovo (fev. 2007); O Matuto no Shopping (maio 2002); Exemplo do Padre Pedófilo Capado pelo Diabo (jan. 2003); O Duelo Cibernético de José Honório e Mauro Machado (abr. 2005). Mauro é membro-fundador da União dos Cordelistas de Pernambuco – UNICORDEL.

Meca Moreno | Estudioso da poesia popular, poeta, compositor, artesão e produtor cultural. Pernambucano de Palmares, escreve poesia desde os 12 anos de idade; tem participado de várias antologias poéticas, além de ter poemas e artigos publicados em revistas e jornais diversos, é autor de vários cordéis e tem dois livros publicados: UNIVERSOS e GIRAMUNDO – O Espectador do Fim & Gêneros da Poesia Popular, o primeiro em co-autoria com o poeta Alfredo Moraes, numa edição independente. O segundo foi lançado pelas Edições Bagaço na V Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em outubro de 2005.
É membro da União dos Cordelistas de Pernambuco – UNICORDEL, coordenador do Movimento Cultural Companhia do Cordel, membro do Movimento Poetas Del Mundo. É também um dos organizadores das antologias “Poetas do Pajeú”, “Antologia do cordel de Pernambuco” e “Antologia da Poesia Urbana de Pernambuco”.

Paulo Viana | Ator, Encenador, Arte-educador, Produtor Cultural, Contador de Histórias. Já encenou peças como “Morte e vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto sob a direção de Jader Austragésilo e “Viúva, porém honesta!”, de Nelson Rodrigues com a direção de Rubem Rocha Filho. Dirigiu o “Assombrações do Recife Velho” da obra de Gilberto Freyre, na Fundação Gilberto Freyre. Realizou a oficina de contação de histórias “Vamos Contar Histórias” no projeto “A Incrível Viagem de Contar Histórias” com patrocínio do programa BNB Cultural 2010 em parceria com o SESC Pernambuco para professores do ensino fundamental nos centros educacionais SESC LER de São Lourenço da Mata, Surubim, Belo Jardim, Buíque, Bodocó e Araripina em 2010, entre outros diversos trabalhos.

Jerlâne Silva | Atriz e estudante de Letras. Possui formação em arte-educação, dança popular e teatro para crianças. Atuou em diversos espetáculos no 13º, 14º e 15º Janeiro de Grandes espetáculosem Recife. Foi assistente de produção na 5ª Mostra Brasileira de Dança, nos 60 Anos de Atividade de Claudionor Germano e na homenagem CAPIBA – Madeira que o Cupim Não Rói em 2007.

Apoio

 

REALIZAÇÃO

 





Último encontro 2010! Diálogos VIII…Yabá: a mulher e o sagrado + lançamento de “As Gueledés – a festa das máscaras”

8 11 2010

Último encontro 2010 da série Diálogos..., do MAP, com lançamento de livro voltado ao público infantil.

No ano de 2010, o Museu de Arte Popular (MAP), vinculado à Fundação de Cultura Cidade do Recife, deu início a uma série de debates que chega agora em sua oitava edição, a Caminhos do santo | Diálogos…, sendo esta a última edição deste ano. Ao longo do ano, o MAP promoveu debates sobre diversos assuntos suscitados pela mostra Caminhos do santo, atual exposição do museu, como a mesa de 7 de abril, que abordou a Menina-sem-nome e as cruzes de estrada, através de um curta e um documentário, além da visão da folkcomunicação sobre fenômenos como estes. Ainda em abril, no dia 22, tivemos uma mesa com três historiadores, trabalhando o personagem de Meu Rei, o santo não-canônico São Severino do Ramos e o imaginário religioso do homem sertanejo. Em maio foi a vez das imagens das romarias tomarem a mesa, através do Padre Cícero e do Morro da Conceição. Em agosto, mês das assombrações, caçamos os fantasmas e as lendas urbanas do Recife. Setembro foi o mês em que o teatro e a religião se encontraram na Diálogos. Em outubro, em parceria com o FIDR, abordamos a dança de rua, uma nova expressão de arte popular, urbana e atual. E agora, em novembro, como é de praxe, este debate terá como ponto de partida um tema ligado a exposição e ao momento da cidade e do mundo.

No dia 19 de novembro de 2010, teremos Caminhos do santo | Diálogos VIII…Yabá, a mulher e o sagrado, no auditório da Livraria Cultura, às 18:00 horas. Teremos como conferencista o pesquisador de cultura afro-brasileira Raul Lody, autor de obras como Dicionário de Arte Sacra e técnicas afro-brasileiras ; O Negro no Museu Brasileiro: construindo identidades ; Santo também come ; Povo do Santo – Religião, História e Cultura dos Orixás, Voduns, Inquices e Caboclos ; e também do livro infantil Seis Pequenos Contos Africanos. Raul também atua como curador da Fundação Gilberto Freyre (PE), da Fundação Pierre Verger (BA), do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CE), Museu do Folclore (SP) e é Doutor em Etnologia pela Universidade de Paris.

Para fechar este ano com “chave de ouro”, o MAP aproveitará o contexto do 20 de novembro, comemorado como o dia da consciência negra, data escolhida em homenagem a morte de Zumbi dos Palmares. Hoje, as comemorações tomam todo o mês de novembro e no dia 19, o MAP trabalhará o papel da mulher nas religiões afro-brasileiras. E ainda reconhecendo e afirmando o museu como um espaço de formação, colaboração e difusão de saberes, o Museu de Arte Popular promoverá, em parceria com a editora Pallas e a Livraria Cultura, o lançamento do livro voltado para o público infantil: As Gueledés – A Festa das Máscaras, de autoria do curador, antropólogo, etnólogo e museólogo Raul Lody que também assina as ilustrações da publicação. O livro infantil explica o ritual secular das Gueledés, festa anual onde os homens iorubás contam a história das Senhoras da Noite (Iás na tradição iorubá) que formaram uma sociedade secreta para tomar o mundo.

Gueledés convite

O que | Caminhos do santo | Diálogos VIII… Yabá, a mulher e o sagrado. Encerramento da série Diálogos 2010 e lançamento do livro Gueledés.

Quando | 19 de novembro de 2010, sexta-feira, às 18 horas.

Onde | Auditório da Livraria Cultura

Promoção | Museu de Arte Popular – MAP

Quanto | Grátis

Informações | 3355-3110 / 3355-4720

Para entrar em contato com o setor de Pesquisa e Cultura: pesquisamap@hotmail.com

Para entrar em contato com o setor Educativo e Cultura: educativomap@hotmail.com

Para contatos em geral: museudeartepopular@hotmail.com

Raul Lody| Doutor em Etnologia pela Universidade de Paris, atual Sorbonne, Raul Lody é curador da Fundação Gilberto Freyre em Recife (PE), da Fundação Pierre Verger em Salvador (BA), do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza (CE), Museu do Folclore em São José dos Campos (SP). É autor de dezenas de livros, incluindo À Mesa com Gilberto Freyre, Xangô – O senhor da casa de fogo e Cabelos de Axé – Identidade e Resistência.

Coordenação de Mesa

Fábio Carvalho | História, UFPE e Coordenador de Pesquisa do Museu de Arte Popular.

Realização | Museu de Arte Popular





Diálogos VII…

21 10 2010

Numa ação integrada ao 15º Festival Internacional de Dança do Recife, apresentamos a Caminhos do santo | Diálogos VII… entre a rua e o palco, abordando a repercussão de expressões que surgem nas ruas e utilizam a dança como linguagem.

Guiando nosso debate, teremos a pesquisadora Taís Gomes Vieira, coreógrafa e fundadora da MEMBROS Cia de dança, da cidade de Macaé/RJ, curadora do Festival Cidade Ocupada, diretora e coreógrafa do coletivo FLORES e presidente do Centro Integrado de Estudos do Movimento Hip Hop, Macaé.

Além da Diálogos VII…, teremos lançamento de livros e a performance da oficina ‘Do We Need Coca-cola to Dance’?, em frente à Livraria Cultura.

O que | Caminhos do santo | Diálogos VII… entre a rua e o palco.

Quando | Amanhã – 22 de Outubro de 2010, sexta-feira, às 19 horas.

Onde | Auditório da Livraria Cultura | Paço Alfândega |Bairro do Recife.

Quanto | Grátis

Informações | 3355-3110 / 3355-4720

Serão emitidos certificados aos ouvintes

Taís Vieira | Fundadora da MEMBROS Cia de dança, na cidade de Macaé/RJ. Membro da universal Zulu Nation. Júri da banca de Dança de Rua no ano de 2009 e 2010, do Festival de Joinville. É curadora do Festival Cidade Ocupada. Diretora e coreógrafa do coletivo FLORES e presidente do Centro Integrado de Estudos do Movimento Hip Hop, Macaé.

Coordenação

Fábio Carvalho | História, UFPE.

Realização | Museu de Arte Popular | 15º Festival Internacional de Dança do Recife | Prefeitura do Recife

Apoio| Livraria Cultura





Caminhos do santo | Diálogos VI… teatrais

14 09 2010

Dia 16, quinta-feira, na Livraria Cultura, sexto encontro da série Caminhos do santo | Diálogos...

O Museu de Arte Popular, vinculado à Fundação de Cultura Cidade do Recife, promoverá o sexto encontro da série Caminhos do santo | Diálogos…, tendo como ponto de partida os assuntos suscitados na mostra Caminhos do santo, sua exposição atual.

Reconhecendo e afirmando o museu como um espaço de formação, colaboração e difusão de saberes, o MAP promoverá um debate abordando os caminhos da fé, do teatro e do popular, como se cruzam e formam uma estreita rede de (re)significações.

No dia 16 de Setembro, teremos: Caminhos do santo | Diálogos VI… teatrais. O debate contará com a presença do professor, pesquisador e dramaturgo, João Denys Araújo Leite, além da atriz e produtora cultural Galiana Brasil, que coordena o projeto nacional Palco Giratório, do SESC.

O que | Caminhos do santo | Diálogos VI… teatrais.

Quando | 16 de Setembro de 2010, quinta-feira, às 19 horas.

Onde | Auditório da Livraria Cultura, Bairro do Recife

Promoção | Museu de Arte Popular – MAP

Quanto | Grátis

Informações | 3355-3110 / 3355-4720

MAP: museudeartepopular@hotmail.com

Para entrar em contato com o setor de Pesquisa e Difusão Cultural: pesquisamap@hotmail.com

Para Agendamentos de grupos com o setor Educativo e Cultural: educativomap@hotmail.com

Serão emitidos certificados aos ouvintes


João Denys Araújo Leite | Professor e pesquisador do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística, da Universidade Federal de Pernambuco. Encenador, dramaturgo, cenógrafo, figurinista, aderecista, maquiador e iluminador, é mestre em Teoria da Literatura, pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE. Sua dissertação, Um teatro da morte: transfiguração poética do Bumba-meu-boi e desvelamento sociocultural na dramaturgia de Joaquim Cardozo, foi agraciada com o Prêmio Jordão Emerenciano, de Ensaio, do Conselho Municipal de Cultura em 2002. Publicou ainda a Trilogia do Seridó, que consta das peças Deus danado (1993), Flores D’América (2005) e A pedra do navio (1979). Suas encenações mais recentes são O funâmbulo, de Jean Genet (2005), O canto do teatro brasileiro, de sua autoria (2005), Encruzilhada Hamlet, de sua autoria (2009), que recebeu seis prêmios no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, inclusive o de melhor direção e melhor cenografia, e Os fuzis da senhora Carrar, de Bertolt Brecht (2010).  Seu foco de pesquisa nos últimos dez anos tem sido a dramaturgia de Joaquim Cardozo, a dramaturgia de Hermilo Borba Filho, Processos de criação dramatúrgica e Composição de textos teatrais.

Galiana Brasil |Atriz e produtora cultural. É especialista em Ensino de Arte pela Universidade Federal de Pernambuco. Tem atuado desde 2000 como Ténica de Artes Cênicas do SESC-Pernambuco, onde coordena o projeto nacional Palco Giratório – Rede Sesc de Difusão e Intercâmbio das Artes Cênicas .

Coordenação de Mesa

Fábio Carvalho | História, UFPE.

Realização | Museu de Arte Popular