CURTASSOMBRAÇÃO

15 08 2011

Mostra de vídeos sobre assombrações pernambucanas

 CHAMADA PARA INSCRIÇÕES

Nas áreas campestres ou nas grandes capitais, as lendas e assombrações sempre encontraram espaço nas ruas e no imaginário da população. Tradicionalmente contadas e recontadas pela oralidade, essas histórias encontram eco no medo e no suspense das pessoas.

Nos dias 24, 25 e 26 de agosto, o Museu de Arte Popular, vinculado a Fundação de Cultura Cidade do Recife, promoverá a exibição de produções audiovisuais de ficção ou documentário que tenham como temas as histórias de assombração típicas de Pernambuco.

Em parceria com o MAP, teremos a curadoria do jornalista Roberto Beltrão, autor de publicações que trabalham a temática.

Os interessados devem seguir as especificações abaixo:

REGULAMENTO

 

1. Produções audiovisuais de ficção ou documentário que tenham como tema as histórias de assombração típicas de Pernambuco;

2. Não haverá limite de duração (curta, média ou longa metragem);

3. Serão aceitas peças realizadas em qualquer formato audiovisual – animação, película, vídeo, vídeo digital. Mas todos os trabalhos deveram ser entregues em formato DVD;

4. A escolha das produções a serem exibidas ficará a cargo da comissão organizadora da mostra , seguindo os critérios: originalidade, conteúdo, qualidade artística e qualidade técnica;

5. As peças deveram ser entregues no período de 08 a 19 de agosto, no Museu de Arte Popular (MAP), localizado no Pátio de São Pedro – Casa 49, juntamente com o formulário  preenchido. Fomulário disponível em  http://www.4shared.com/document/uxk4UoTG/Formulrio_de_Inscrio_CURTASSOM.html

Instruções:

a. Clique em “Baixar Agora”;
b. Aguarde o término da contagem regressiva;
c. Clique em “Baixar o Arquivo Agora”.


7. Não haverá nenhum custo de inscrição;

8. Não haverá nenhuma premiação remunerada;

+55 81. 3355-3110

museudeartepopular@hotmail.com

pesquisamap@hotmail.com

Pátio de São Pedro | casa 49

São José | Recife | PE

50020-220

Roberto Beltrão | Jornalista, professor de Jornalismo, Publicidade & Propaganda, editor e produtor de telejornais da Rede Globo Nordeste desde junho de 1996. É também autor dos livros Histórias Medonhas d’O Recife Assombrado e Estranhos Mistérios d’O Recife Assombrado, além de ser responsável pelo famoso site Assomblog.

Anúncios




CURTASSOMBRAÇÃO

8 08 2011

Mostra de vídeos sobre assombrações pernambucanas

 CHAMADA PARA INSCRIÇÕES

Sejam nas áreas campestres, nas grandes capitais, as lendas e assombrações sempre encontraram espaço nas ruas e no imaginário da população. Tradicionalmente contadas e recontadas pela oralidade, essas histórias encontram eco no medo e no suspense das pessoas.

Nos dias 24, 25 e 26 de agosto, o Museu de Arte Popular promoverá a exibição de produções audiovisuais de ficção ou documentário que tenham como temas as histórias de assombração típicas de Pernambuco.

Em parceria com o MAP, teremos a curadoria do jornalista Roberto Beltrão, autor de publicações que trabalham a temática.

Os interessados devem seguir as especificações abaixo:

REGULAMENTO

 

1. Produções audiovisuais de ficção ou documentário que tenham como tema as histórias de assombração típicas de Pernambuco;

2. Não haverá limite de duração (curta, média ou longa metragem);

3. Serão aceitas peças realizadas em qualquer formato audiovisual – animação, película, vídeo, vídeo digital. Mas todos os trabalhos deveram ser entregues em formato DVD;

4. A escolha das produções a serem exibidas ficará a cargo da comissão organizadora da mostra , seguindo os critérios: originalidade, conteúdo, qualidade artística e qualidade técnica;

5. As peças deveram ser entregues no período de 08 a 12 de agosto, no Museu de Arte Popular (MAP), localizado no Pátio de São Pedro – Casa 49, juntamente com o formulário  preenchido. Fomulário disponível em http://www.megaupload.com/?d=CNDL44WQ

As instruções para o download são:

a . Ao clicar no link do Megaupload, aguarde a contagem regressiva existente no canto inferior direito da tela;
b . Ao término, clique em “Download Comum” e salve o arquivo em seu computador;
c . Após preencher o formulário, entregá-lo impresso no Museu de Arte Popular (MAP) localizado no Pátio de São Pedro, Casa 49 devidamente assinado juntamente com a cópia física do video a ser submetido.

6. As peças selecionadas serão divulgadas no blog do museu (www.museudeartepopular.wordpress.com) no dia 16 de agosto;

7. Não haverá nenhum custo de inscrição;

8. Não haverá nenhuma premiação remunerada;

+55 81. 3355-3110

museudeartepopular@hotmail.com

pesquisamap@hotmail.com

Pátio de São Pedro | casa 49

São José | Recife | PE

50020-220

Roberto Beltrão | Jornalista, professor de Jornalismo, Publicidade & Propaganda, editor e produtor de telejornais da Rede Globo Nordeste desde junho de 1996. É também autor dos livros Histórias Medonhas d’O Recife Assombrado e Estranhos Mistérios d’O Recife Assombrado, além de ser responsável pelo famoso site Assomblog.

                                                 

 





Teia de Cordéis | Diálogos II… Versando sobre educação

20 07 2011

Segundo diversos relatos, por meio dos folhetos de cordel, muitas pessoas, dentre as quais, crianças, aprenderam a ler e tiveram acesso aos divertidos e cuirosos causos e contos tradicionais da cultura popular nordestina.

Diálogos II...

Nos dias atuais, a Literatura de Cordel prossegue com seu veio pedagógico/educacional sendo, por exemplo, objeto de estudo para estudantes universitários como o Kalhil Gibran (História/UFRPE) que propõe um aprendizado lúdico a partir desses folhetos e com os cordelistas Meca Moreno (Unicordel) e Davi Teixeira (Unicordel) que, com sua boa prosa, instiga alunos, pais e professores através de oficinas a mergulhar nesses universos dos versos populares. E com eles, o Museu de Arte Popular (MAP) convida a todos para participarem da Teia de Cordéis | Diálogos II… Versando sobre educação, no dia 21 de julho no auditório da Livraria Cultura às 19h. Lembrando: a entrada é gratuita e serão emitidos certificados de participação.

O que | Diálogos II… versando sobre educação

Quando | Amanhã, dia 21 de Julho, às 19 horas

Onde | Auditório da Livraria Cultura

Informações| 3355-3110 | @MAP_recife

Serão emitidos certificados aos ouvintes

 

Sobre os facilitadores da conversa |

Meca Moreno é estudioso da poesia popular, poeta, compositor, artesão e produtor cultural. Pernambucano de Palmares, escreve poesia desde os 12 anos de idade; tem participado de várias antologias poéticas, além de ter poemas e artigos publicados em revistas e jornais diversos, é autor de vários cordéis e tem dois livros publicados: UNIVERSOS e GIRAMUNDO – O Espectador do Fim & Gêneros da Poesia Popular, o primeiro em co-autoria com o poeta Alfredo Moraes, numa edição independente. O segundo foi lançado pelas Edições Bagaço na V Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em outubro de 2005.  É membro da União dos Cordelistas de Pernambuco – UNICORDEL, coordenador do Movimento Cultural Companhia do Cordel, membro do Movimento Poetas Del Mundo. É também um dos organizadores das antologias “Poetas do Pajeú”, “Antologia do cordel de Pernambuco” e “Antologia da Poesia Urbana de Pernambuco”, todos para a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – FUNDARPE.

Davi Teixeira  nasceu em Bezerros, Pernambuco, em 1959. Radicado no Recife desde 1965. Cordelista e xilogravurista, que começou a escrever em 1998, é membro fundador da União dos Cordelistas de Pernambuco – Unicordel. Participa de diversos recitais e encontros, além de compor. Dedica-se também à confecção de mamulengos, feitos com material reciclado. Seu trabalho tem forte inspiração na cultura sertaneja, através das representações como o aboio, as cantorias e o cordel propriamente dito. Atualmente vem trabalhando com oficinas de mamulengo e expondo seus trabalhos em eventos por todo o estado de Pernambuco.

 

 

Kalhil Lucena é graduando em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE. Está vinculado a dois Grupos de Pesquisa: GEHISC (Grupo de Estudos em História Social e Cultural) e o GRESH (Grupo de Estudos sobre Ensino e Saberes Históricos). Também é escritor de literatura de cordel, sendo suas obras: 1- O que é História, realidade ou fantasia?; 2- O corno professor de História e as correntes historiográficas; 3- A linda história do nosso Recife. Sendo esse último ferramenta pedagógica integrante do projeto: O Recife em Cordel – pelo Museu da Cidade do Recife, Forte São Tiago das Cinco Pontas. Atualmente é Bolsista PIBIC/CNPq/UFRPE, com a seguinte pesquisa: As Representações da República Velha na Cultura Popular e no Livro Didático.

REALIZAÇÃO |

                                                        





16 de junho, no MAP! De ColeCção a Coleção

15 06 2011

Inauguração dia 16 de Junho no MAP

O Museu de Arte Popular firmou como proposta de atuação em 2011, promover o acesso e o fluxo a/de acervos particulares, por meio de mostras temporárias que envolvam temáticas pertinentes a cultura popular.

Abrimos 2011 com o projeto Teia de Cordéis, elaborado em duas fases. A primeira, inaugurada no dia 16 de Março, trouxe pela primeira vez ao Brasil uma mostra de folhetos portugueses, sob o título Teia de CordéisCordéis Portugueses – Coleção Arnaldo Saraiva (professor e pesquisador da Universidade do Porto, Portugal). A exposição contou com raridades, folhetos datados a partir do século XVII, permeados por várias modalidades textuais.

Chegamos ao momento Teia de CordéisCordéis Brasileiros – Coleção Maria Alice Amorim (pesquisadora e colecionadora). Com foco no vasto universo da produção regional, elencando autores importantes, ciclos de produção e temática, os cinco livros do povo e memória.

Projeto Teia de Cordéis - Portugal e Brasil representados em acervos particulares podem ser apreciados no MAP

O que | Teia de cordéis 

Cordéis Brasileiros | Coleção Maria Alice Amorim

 

Quando | 16 de Junho a 19 de Agosto de 2011

 

Onde | Museu de Arte Popular (MAP)

+55 81. 3355-3110

Pátio de São Pedro | Casa 49     Recife – PE





17 de maio! Risadas e relatos de memória

19 05 2011

Eis o segundo dia da Semana dos Museus no MAP. No período da manhã, recebemos um grupo do ENAI – Encontro de Adultos e Idosos – ligado ao Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer, da Diretoria de Lazer e Cidadania. Em nosso espaço, eles entenderam rapidamente qual a dinâmica da SNM e interagiram de forma intensa diante da dramatização do cordel O Encontro de Lampião com a Mãe de Calor de Figo, feita pelos atores Kamila Souza e Luiz Veloso. De acordo com os próprios atores, a recepção do grupo foi bastante positiva, pois elas captaram a história do conto popular através de muitas risadas e comentários.

Recepção dos visitantes do MAP

                Para a Carmem Lúcia, de 59 anos, a visita a exposição Teia de Cordéis a fez lembrar sua infância e as visitas com a mãe ao centro do Recife, nas mediações da Praça do Diário e Rua Nova, onde ela podia ver tabuleiros armados com cordéis e seus vendedores recitando-os. “Era tão bonito, mas hoje a gente não vê mais”, comenta a visitante.

                Já para a Norma Lúcia, de 62 anos, a visita ao MAP a fez relembrar do seu tempo de professora de Educação Artística em que auxiliava os alunos – em suas turmas de 5º e 8º série – a construírem sua própria Literatura de Cordel para depois expô-los em barbantes pela escola.

                À tarde, recebemos um grupo de estudantes do Centro Social Dom João Costa. Após as apresentações os alunos puderam conferir mais uma dramatização feita pelo casal de atores. Dessa vez foi feita a encenação do cordel A menina que virou jumenta depois de falar de top less com frei Damião, da autoria do talentoso J. Borges. Os alunos ficaram bastante concentrados na apresentação e deram grandes e boas risadas com a história que envolve religiosidade e comportamentos sociais no nordeste brasileiro.

estudantes do Centro Dom João Costa no MAP

                Ao final da visitação fomos conversar com a estudante Mayana Cavalcante, de 15 anos que nos contou que “na escola a gente não tem acesso a isto”. Outra questão bastante interessante afirmada pela estudante foi que, inicialmente, pensava que “Cordel” era o nome de uma pessoa que tinha feito esse tipo de literatura popular e, que ficou bastante surpresa em saber a longa trajetória desses livretos. Ela também nos contou que, depois de visitar a exposição, sentiu-se instigada em conhecer mais sobre esse universo da literatura popular cogitando até a possibilidade de ser tornar uma professora de Literatura.

Público do ENAI no MAP

Além disto, como muitos outros estudantes, Mayana fez imediatamente associações da exposição Teia de Cordéis com a novela Cordel Encantado. Ela nos relatou que aqui conseguiu entender a lógica da novela, pois “reis e cangaço fazem parte de tempos e locais diferentes”. Sua fala revela um dos nossos objetivos: trazer ao entendimento do público a proposta da novela ao narrar um conto típico da história de cordel com seus diversos elementos do imaginário nordestino despreocupados com uma fidelidade histórica.

                Até amanhã, pessoal!





16 de maio! Causos no MAP

17 05 2011

Mostra em cartaz no MAP até o dia 27 de Maio

 

              Como de costume o corre-corre dos últimos preparativos para a 9ª Semana de Museus, imbuída do tema Museu e Memória, tomou conta do MAP – Museu de Arte Popular –. Prova de roupas, marcação de cena, um telefonema importante e ufa!!! Um público que se formava.

                No de repente de nossas ações, como diria um dos nossos, brotou no salão expositivo uma jumenta coiceteira (este vocábulo reverbera no mapês), um Lampião de barba crespenta, uma senhora de boca “quente” e todas as confusões destes personagens arretados, com suas espantosas peripécias e causos tão singulares, tão pertinentes ao nosso imaginário, à literatura popular. 

Causos no MAP, com Kamila Souza e Luiz Veloso

 

                Os olhos atentos dos turistas cariocas – que pareciam pela primeira vez ver-se frente a frente com o Nordeste mítico – juntaram-se ao encanto e a magia vivenciados pelo público, surpreendido pelo “priminho” do Quaderna, em uma mistureba com o Rei do Cangaço.

                Infelizmente, meio a contragosto, já próximo às 17 horas, nossos lendários personagens deram adeus e resguardaram-se mais uma vez em seu esconderijo literário, avistados “Na Moça que Virou Jumenta Porque Falou de Top Less com Frei Damião, de autoria do J. Borges e a “Briga de Lampião com a Mãe de Calor de Fígo”, de José Costa Leite, ícones da literatura de cordel.





13 05 2011

Vamos celebrar a memória, a tradição e a inovação, por meio de linguagens que as cercam, (re)visitar o desenho, o cordel, o manguebeat, a sanfona, a fotografia, o peculiar comércio, formas, texturas e cheiros que atuam como portais para universos simbólicos partilhados em significados.

Programações especiais do Pátio no Domingo